quinta-feira, 25 de julho de 2013



                                Carnaval de Olinda
     
              
                                     


         O Carnaval de Olinda, em Pernambuco, é reconhecido mundialmente pelos desfiles dos Bonecos de Olinda, bonecos de mais de dois metros, coloridos e de fácil localização, que saem às ruas junto com os foliões. É realizado no Centro Histórico de Olinda, ou Cidade Alta.


Reúne mais de um milhão de pessoas, durante o evento, com participação de mais de 500 grupos carnavalescos

                                                  Blocos


Dezenas de blocos desfilam pelas ruas de Olinda, tocando troças e portando estandartes e alguns são associados a algum boneco. Dentre estes, podemos citar:

                                      Bacalhau do Batata


                                       Bloco Flor Da Lira


                             Enquanto Isso na Sala da Justiça 


                                        Eu Acho É Pouco 


                                  O Homem da Meia-Noite

                                           Mangue Beat


A festa
Entre as suas atrações, ostenta dezenas de bonecos gigantes, sendo o mais conhecido deles o O Homem da Meia-Noite, que está nas ruas desde 1932 e é responsável por dar início, oficialmente, às zero hora do sábado de Zé Pereira, ao carnaval olindense.

                       
 Além dos tradicionais blocos e troças que percorrem suas ladeiras, embalados pelo ritmo do frevo. São exemplos destes a Pitombeira dos Quatro Cantos, fundada em 1947, quando um grupo de rapazes desfilou pelas ruas da Cidade Alta cantando e empunhando galhos de pitombeira.


        
O "Elefante de Olinda", fundado em 1952 por um grupo de rapazes da Cidade Alta, que durante o Carnaval saíram pelas ruas com um elefante de porcelana cantando uma música improvisada em homenagem ao animal. 



A grande concentração destes blocos e troças se dá na frente da Prefeitura Municipal, onde pode-se encontrar o maior número de foliões por metro quadrado.
  

  


Etimologia

Um mito popular diz que o nome "Olinda" teria a sua origem numa suposta exclamação do fidalgo português Duarte Coelho, primeiro donatário da Capitania de Pernambuco – "Oh, linda situação para se construir uma vila!"


História

Centro Histórico de Olinda

Mosteiro de São Bento

 Convento de São Francisco - Olinda


O Convento de São Francisco é parte de um conjunto arquitetônico barroco de excepcional importância, que inclui a Igreja de Nossa Senhora das Neves, a Capela de São Roque, o claustro e a sacristia. Localiza-se na Ladeira de São Francisco, 280, em Olinda, Pernambuco.

É convento franciscano mais antigo do Brasil. Sua construção foi iniciada em 1585, com projeto do frei Francisco dos Santos, mas foi parcialmente destruído pelos holandeses no ano de 1631 e reconstruído ainda no século XVII. Em frente ao convento existe um cruzeiro trabalhado em pedra de arenito retirada dos arrecifes.
O claustro e a sacristia são famosos pela série de painéis de azulejos portugueses, com cenas diversas. 

Na igreja, na sacristia e na capela chama a atenção o rico trabalho de talha em madeira do teto, com caixotões contendo pinturas do século XVIII. O mosteiro tem ainda uma biblioteca com um precioso acervo de obras raras, e nele foi instalada a primeira biblioteca pública de Pernambuco.

O conjunto foi incluído no rol dos monumentos do Centro Histórico de Olinda, tombado pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade.


Igreja do Carmo, primeiro templo da Ordem dos Carmelitas nas Américas - Olinda - Pernambuco - Brasil

 Demografia

Olinda tem uma população de 375 559 habitantes (360 554 na zona urbana), e uma área de 37,9 km².
Faz parte da Região Metropolitana do Recife, e localiza-se a uma distância de 6 km da capital pernambucana.




Faz limite ao norte com Paulista, ao sul e oeste com o Recife, a leste com o Oceano Atlântico.



Olinda é um município do estado de Pernambuco, no Brasil. Está localizado na Região Metropolitana do Recife. Possui uma população de 375 559 habitantes.6 É uma das mais bem preservadas cidades coloniais do Brasil. 


Foi a segunda cidade brasileira a ser declarada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, em 1982, após Ouro Preto.